






| Ter, 27 de Julho de 2010 12:01 |
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Na Praza Alta foi cenário, como cada última terça-feira do mês, de uma nova concentração silenciosa convocada pela Associação de Mulheres Progressistas “Victoria Kent” contra o terrorismo machista que, no que vai de ano, cobrou a vida de 56 mulheres. A presidenta da Associação, María Isabel García Revilla, ha qualificado estas cifras de “escandalosas” y fez um chamamento a reflexão coletiva sobre esta terrível lacra social, já que “todos y todas devemos tomar consciência de que é imprescindível acabar com a violência de gênero” e é preciso que a cidadania se implique neste respeito, “denunciar y dar um passo adiante” para fazer saber as vítimas que “é possível sair da violência, porque existem meios y recursos para isto”. Segundo os dados que temos na Associação, Andalucía é a Comunidade Autônoma na que más mulheres morreram por violência machista no que vai de ano (14), seguida de Cataluña, com 11, y Madrid y Canarias com cinco vítimas cada uma. Só no último mês, faleceram onze mulheres y, segundo ha ressaltado García Revilla, é significativo o porcentagem de estrangeiras mortas a mãos de seus companheiro o ex companheiros, assim mesmo explicou que existe um Plano de Atenção y Prevenção da Violência de Gênero em Povoação Estrangeira Imigrante a través do qual se dispõe de meios para sua atenção y proteção. Por último, fez referencia ao caso da iraní Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada a morte por lapidação, assunto sobre o que ha manifestado suas más absolutas rejeições contra este tipo de práticas y ha mostrado sua solidariedade com toda voz que, a nível internacional, se há alçado contra está sentencia. |